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O “Q à mais” das convenções!

As convenções e exposições de tatuagens têm crescido muito nos últimos tempos. Estes eventos reúnem tatuadores de vários lugares diferentes com a finalidade de cada um mostrar seus talentos, trocar experiências, conhecer técnicas novas e é claro participar das competições. Ah, sim! As competições. Devo dizer que o tatuador (homens e mulheres) é um bicho muito estranho (ou não) eles ficam loucos, estressados, apertados em todos os sentidos. Apertados de tempo e de grana, correm o risco de serem sacaneados na hora do julgamento, ficam muitas vezes a base de sanduíches superfaturados e refrigerantes e quando menos eles esperam, passam por situações bizarras, tipo: homens e mulheres dividindo o mesmo banheiro. Acreditem, eu já presenciei isso. Ou voltar pro quarto do hotel para tatuar porque o local da convenção é muito quente e impraticável para tatuar. Mas mesmo com todas essas dificuldades e outras que não me recordo agora, eles estão lá, firmes e fortes. Sempre demonstrando o amor pela arte da Tattoo. Porque vamos combinar né, galera? Só com muito amor no coração para querer passar por tudo isso mais de uma vez ao ano.

A vontade de mostrar seus trabalhos, 99% das vezes obras primas, colocando-os para uma disputa, e serem contemplados com elogios e prêmios, não tem preço. Em convenções troca–se idéias, experiências, conhece-se pessoas de diferentes lugares e diferentes costumes, compartilha–se as próprias diferenças e costumes. E toda essa fuzarca e loucura frenética fazem com que as convenções tenham esse “Q à +” que viciam os tatuadores profissionais e visitantes. Eu que já participei como visitante e torcedora, sempre presenciei os preparativos pra convenção da maioria delas por conta da Mega Wartz, e sei bem do que estou falando. Os caras realmente desejam ser aquele polvo que eu tinha mencionado no texto anterior. Mas se viram com a condição de seres humanos destros (ah sim, ninguém lá na Mega é canhoto) para conceguir participar desses encontros de grandes artistas.

E esses encontros dos Picassos e Salvadores Dalís da tatuagem fazem valer a pena todas as dificuldades e perrengues encontrados no caminho.

Bárbara Sylvia - Mega Wartz

Bárbara Sylvia - barbara.sylvia@yahoo.com.br
Mega Wartz Tattoo - R. Joaquim Silva, 24 Lapa / R. do Riachuelo, 224, B. de Fátima / (21) 2509-4401 e 2221-9656

Michaela's Tattoo Illuminates a Life

Yesterday at a street fair in my neighborhood (always prime ink-spotting locals), I saw this beautiful tattoo on the upper right section of Michaela's back:


When I asked her what the meaning of the tattoo was, she asked me "The real story?"

"Absolutely," I replied.

So she told me that years ago, she was diagnosed with bipolar disorder and she had this tattooed to remind her that there are two sides to everything. The moon and the sun serve as a solar/lunar yin-yang. I especially love how the moon wraps its limbs around the parts of the sun.

Often, whatever a diagnosis may be, finding out what is wrong (as opposed to not knowing) can illuminate a life. She gains strength from this tattoo as it marks a point when her disorder was defined, when a light clarified her situation in life.

This tattoo was done by Noel Wilkinson at The Tatt Shop in Perth, Australia. I believe this is Tattoosday's first sample of work from Autsralia.

Thanks so much to Michaela for sharing this lovely tattoo with us here on Tattoosday! I appreciate her courage in sharing the deeply personal meaning behind her tattoo, as well.